A dança como remédio

Seja na academia, na pista ou em casa no seu momento favorito, a dança traz uma enorme sensação de bem-estar. Saiba o que essa atividade maravilhosa pode fazer pela sua saúde física e mental.

Você já se perguntou por que é comum que as aulas de dança ocorram em frente a espelhos? Porque a dança aumenta a consciência corporal e desenvolve a autoconfiança. Isso mesmo: dançar melhora a sensação de bem-estar e faz bem à autoestima.

Como personal trainer, coreógrafo e professor de ginástica coletiva, eu trabalho com dança desde 2015 e posso afirmar que é algo transformador. Expressar-se através da dança, deixar o coração bater ao ritmo da música revela muito sobre os nossos sentimentos, a nossa essência.

Enquanto você se diverte dançando queima calorias, mas também relaxa o corpo e libera hormônios que trazem a sensação de felicidade e bem-estar, como endorfina, serotonina e dopamina, benéficos ao cérebro. Já que além de ficar em forma, você libera o estresse, a ansiedade e irritação e esvazia a sua mente de todas as preocupações.

Escolha o Seu Estilo!

Cada gênero tem as suas peculiaridades e trabalha distintos grupos musculares. E com o tempo a musculatura fica mais forte, o que diminui a ocorrência de lesões. Ritmos como balé, street dance, funk e zumba trabalham o corpo todo. Saltos, piruetas e movimentos rápidos fortalecem o tônus muscular. Já a dança do ventre trabalha a cintura, quadris, costas e pernas.  Por isso, o Importante é achar o ritmo ideal para o seu corpo e sentir os movimentos, melhorando a técnica e divertindo-se cada vez mais.

Quando penso na montagem da coreografia busco uma maneira de incluir desde um simples “step touch” (movimento em que um pé toca lateralmente no outro) até um avançado giro; mas sempre priorizo movimentos que possam ser executados por todos. O desafio é fazer você não perder o entusiasmo em se exercitar. Como sempre digo: ‘Você está aqui para sorrir, suar, se divertir, dançar do seu jeito e sobretudo: SEER FELIZ! Esse é o mantra para que você transforme os seus hábitos e inclua a atividade física na sua rotina; mas sobretudo que se permita experimentar, dar aquele primeiro passo e entrar no ritmo. Dançar é libertador!

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